A Serra Verde é controlada pela britânica Vision Blue e pela americana Denhan.
Em abril de 2026, a USA Rare Earth tentou comprar a Serra Verde por US$ 2,8 bilhões, mas o desfecho das conversações foi adiado. As terras raras são um conjunto de 17 metais essenciais para fabricar gadgets, mísseis e itens-chave da transição energética, como carros elétricos e turbinas eólicas.
A USA Rare Earth pagou 90% do negócio com 127 milhões de ações da própria companhia. Nisso, cedeu 34% do capital – e o controle acionário – à Serra Verde (ou melhor, a suas controladoras, que são a britânica Vision Blue e a americana Denhan).
O britânico Thras Moraitis, CEO da Serra Verde, se tornará presidente do conselho da USA Rare Earth.
A mina da Serra Verde produz quatro dos principais elementos de terras raras ao mesmo tempo – uma combinação rara fora da Ásia.
Em 28 de agosto de 2026, a USA Rare Earth deve definir a compra da mineradora, avaliada em US$ 2,8 bilhões.
No final de agosto de 2026, os acionistas da USA Rare Earth aprovaram a compra da Serra Verde, a única mineradora de terras raras do Brasil. Era o grande passo que faltava para a conclusão do negócio, de US$ 2,8 bilhões. A mina da Serra Verde é especial. Dos 17 tipos de terras raras, só quatro são responsáveis por 90% do mercado, em termos de valor. Ela produz os quatro.
A USA Rare Earth fechou um acordo com duas empresas de tecnologia de ponta para testar um processo mais rápido (e barato) de separação dos minerais de terras raras. Quem separa uma terra rara da outra são moléculas que a indústria desenvolve. Quanto melhor a molécula, melhor o resultado. Desenvolvê-las é um trabalho de tentativa e erro que leva anos. E a dona da Serra Verde agora vai testar nessa lida a computação quântica – que tem potencial para superar os sistemas de hoje, mas que nunca entregou resultados concretos. A ver.
(Fonte: InvestNews - 22.04.2026 / Estadão - 07.06.2026 / InvestNews - 26.08.2026 -/ 01.09.2026 / 18.09.2026 - partes)
Em abril de 2026, a USA Rare Earth tentou comprar a Serra Verde por US$ 2,8 bilhões, mas o desfecho das conversações foi adiado. As terras raras são um conjunto de 17 metais essenciais para fabricar gadgets, mísseis e itens-chave da transição energética, como carros elétricos e turbinas eólicas.
A USA Rare Earth pagou 90% do negócio com 127 milhões de ações da própria companhia. Nisso, cedeu 34% do capital – e o controle acionário – à Serra Verde (ou melhor, a suas controladoras, que são a britânica Vision Blue e a americana Denhan).
O britânico Thras Moraitis, CEO da Serra Verde, se tornará presidente do conselho da USA Rare Earth.
A mina da Serra Verde produz quatro dos principais elementos de terras raras ao mesmo tempo – uma combinação rara fora da Ásia.
Em 28 de agosto de 2026, a USA Rare Earth deve definir a compra da mineradora, avaliada em US$ 2,8 bilhões.
No final de agosto de 2026, os acionistas da USA Rare Earth aprovaram a compra da Serra Verde, a única mineradora de terras raras do Brasil. Era o grande passo que faltava para a conclusão do negócio, de US$ 2,8 bilhões. A mina da Serra Verde é especial. Dos 17 tipos de terras raras, só quatro são responsáveis por 90% do mercado, em termos de valor. Ela produz os quatro.
A USA Rare Earth fechou um acordo com duas empresas de tecnologia de ponta para testar um processo mais rápido (e barato) de separação dos minerais de terras raras. Quem separa uma terra rara da outra são moléculas que a indústria desenvolve. Quanto melhor a molécula, melhor o resultado. Desenvolvê-las é um trabalho de tentativa e erro que leva anos. E a dona da Serra Verde agora vai testar nessa lida a computação quântica – que tem potencial para superar os sistemas de hoje, mas que nunca entregou resultados concretos. A ver.
(Fonte: InvestNews - 22.04.2026 / Estadão - 07.06.2026 / InvestNews - 26.08.2026 -/ 01.09.2026 / 18.09.2026 - partes)
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Na foto abaixo: Foto aérea da planta da Serra Verde em Minaçu (GO). Crédito: Serra Verde/Divulgação.
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