Tony Qiu é o CEO da Keeta. Rongjun MU é co-fundador da Meituan.
Em maio de 2025, a empresa divulgou um investimento de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões) para iniciar sua operação brasileira no mesmo ano (2025). O anúncio aconteceu durante uma cerimônia em Pequim, que tinha a presença do CEO da empresa, Wang Xing, e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A Meituan vai começar a operação no Brasil em novembro de 2025. Por meio da Keeta, abre o escritório em São Paulo no penúltimo mês do ano e começa a rodar com os primeiros entregadores na cidade antes da virada do calendário. A meta é chegar até 15 regiões metropolitanas até o meio de 2026.
A informação foi divulgada em um vídeo publicado nas redes sociais da empresa em 23 de julho de 2025. A gigante chinesa afirmou que construirá uma rede nacional de entregas e projeta contar com 100 mil entregadores parceiros já no seu primeiro ano de operação.
A chegada da Keeta, gigante do delivery global, ao Brasil, é uma notícia e tanto para o mercado e, principalmente, para nós, consumidores. Mais concorrência significa mais benefícios!
A entrada de um player global como a Keeta no cenário brasileiro de delivery promete agitar as coisas e trazer um fôlego novo para quem ama pedir comida e produtos online.
Com um novo concorrente de peso, a tendência é que os preços fiquem mais atraentes. Espera-se promoções agressivas, cupons de desconto e fretes mais em conta como estratégia para conquistar e fidelizar clientes.
A concorrência estimula a inovação e a busca por excelência. Os aplicativos precisarão aprimorar seus serviços, desde a velocidade da entrega até o atendimento ao cliente, para se destacarem.
Conhecida por sua expertise tecnológica, a Keeta pode trazer novas funcionalidades e uma experiência de usuário mais fluida e eficiente, elevando o padrão dos apps de delivery no país.
"Na China, onde temos mais de 14,8 milhões de comerciantes ativos, criamos programas de treinamento para ajudá-los a melhorar suas operações de diversas maneiras. Contamos com mais de 2.300 instrutores e já ajudamos cerca de 13,7 milhões de comerciantes a construir restaurantes mais inteligentes e digitais, que atraem mais clientes, operam com mais eficiência e aumentam sua receita”, afirma em nota Tony Qiu.
A chegada da plataforma no Brasil ocorre um ano de grandes disputas no setor do delivery de comida pronta.
Entre o fim de abril e o início de maio de 2025, três aplicativos de delivery anunciaram investimentos bilionários para disputar este mercado. Além dos R$ 5,6 bilhões da Meituan, o Rappi anunciou que investirá R$ 1,4 bilhão ao longo dos próximos três anos. Já a 99Food retorna ao país com R$ 1 bilhão.
O momento de acirramento das disputas no setor ocorre após o líder do segmento no Brasil, o iFood, ser proibido no final de 2023 de fechar contratos de exclusividade com redes com mais de 30 restaurantes. A norma foi estabelecida pelo Cade, junto com um conjunto de regras para cercear práticas anticompetitivas no setor.
Na disputa por espaço, as empresas estão em uma corrida de benefícios ofertados para os estabelecimentos e para os entregadores. As medidas incluem isenção de taxas para os restaurantes e aumento da remuneração de motoqueiros e ciclistas.
A chegada da Keeta é um sinal claro de que o mercado de delivery no Brasil está em constante evolução, beneficiando diretamente quem usa esses serviços.
A entrada de um player global como a Keeta no cenário brasileiro de delivery promete agitar as coisas e trazer um fôlego novo para quem ama pedir comida e produtos online.
Com um novo concorrente de peso, a tendência é que os preços fiquem mais atraentes. Espera-se promoções agressivas, cupons de desconto e fretes mais em conta como estratégia para conquistar e fidelizar clientes.
A concorrência estimula a inovação e a busca por excelência. Os aplicativos precisarão aprimorar seus serviços, desde a velocidade da entrega até o atendimento ao cliente, para se destacarem.
Conhecida por sua expertise tecnológica, a Keeta pode trazer novas funcionalidades e uma experiência de usuário mais fluida e eficiente, elevando o padrão dos apps de delivery no país.
"Na China, onde temos mais de 14,8 milhões de comerciantes ativos, criamos programas de treinamento para ajudá-los a melhorar suas operações de diversas maneiras. Contamos com mais de 2.300 instrutores e já ajudamos cerca de 13,7 milhões de comerciantes a construir restaurantes mais inteligentes e digitais, que atraem mais clientes, operam com mais eficiência e aumentam sua receita”, afirma em nota Tony Qiu.
A chegada da plataforma no Brasil ocorre um ano de grandes disputas no setor do delivery de comida pronta.
Entre o fim de abril e o início de maio de 2025, três aplicativos de delivery anunciaram investimentos bilionários para disputar este mercado. Além dos R$ 5,6 bilhões da Meituan, o Rappi anunciou que investirá R$ 1,4 bilhão ao longo dos próximos três anos. Já a 99Food retorna ao país com R$ 1 bilhão.
O momento de acirramento das disputas no setor ocorre após o líder do segmento no Brasil, o iFood, ser proibido no final de 2023 de fechar contratos de exclusividade com redes com mais de 30 restaurantes. A norma foi estabelecida pelo Cade, junto com um conjunto de regras para cercear práticas anticompetitivas no setor.
Na disputa por espaço, as empresas estão em uma corrida de benefícios ofertados para os estabelecimentos e para os entregadores. As medidas incluem isenção de taxas para os restaurantes e aumento da remuneração de motoqueiros e ciclistas.
A chegada da Keeta é um sinal claro de que o mercado de delivery no Brasil está em constante evolução, beneficiando diretamente quem usa esses serviços.
A Keeta estreiou em 1º de dezembro de 2025 em São Paulo. Ela chegou com 27 mil restaurantes parceiros, 98 mil entregadores cadastrados e um plano de R$ 1 bilhão para a operação na cidade. E um desafio: chegar por último onde iFood e 99Food já duelam a pleno vapor.
O iFood era então o líder absoluto do delivery, com mais de 80% do market share. E vivia sua fase de maior expansão desde 2019: planejava investir R$ 17 bilhões no Brasil até março de 2026, com meta de chegar a 80 milhões de clientes.
O iFood era então o líder absoluto do delivery, com mais de 80% do market share. E vivia sua fase de maior expansão desde 2019: planejava investir R$ 17 bilhões no Brasil até março de 2026, com meta de chegar a 80 milhões de clientes.
Já a 99Food, que estreou em São Paulo por volta de meados de 2025, adota uma estratégia para crescer rápido: preços agressivos e ofertas constantes aos usuários do 99, o app de transporte.
A estreia da Keeta redefine a escala dessa disputa. Restaurantes, entregadores e consumidores tendem, nesta fase, a ganhar poder de barganha, seja com frete grátis, descontos ou taxas menores.
A estreia da Keeta redefine a escala dessa disputa. Restaurantes, entregadores e consumidores tendem, nesta fase, a ganhar poder de barganha, seja com frete grátis, descontos ou taxas menores.
(Fonte: IstoÉDinheiro - 30.07.2025 / LinkedIn / Valor - 30.07.2025 / InvestNews 01.12.2025 - partes)
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