A empresa consolidou-se – na prática – como o principal acionista da Brava Energia, a segunda maior petroleira independente do país, atrás apenas da Prio.
Em 2024 começa a aproximação da Ebrasil com a Brava, por meio do fundo Yellowstone, criado pelo grupo de José Cantarelli para investir em empresas listadas. Capitalizado após a venda de sua metade na Celse — complexo termelétrico em Sergipe adquirido pela Eneva por R$ 6,7 bilhões em 2022 -, o fundador da Ebrasil passou a buscar oportunidades de diversificação no mercado de capitais.
A estratégia inicial, segundo uma pessoa próxima da companhia, era semelhante à de um investidor tradicional: identificar empresas descontadas, com potencial de valorização. Nesse movimento, o fundo montou posições em companhias como Cosan, Eneva, Sabesp e Sanepar. A Brava, porém, rapidamente se tornou o principal investimento da carteira. A troca de CEO, promovida pela companhia em meados de janeiro de 2026, e a compra bilionária dos ativos da Petronas na Bacia de Campos, anunciada em 16 de janeiro de 2026, deixaram claro que o grupo vem conseguindo impor sua agenda estratégica.
Com as mudanças anunciadas, que entram em vigor no início de fevereiro (2026), Kovacs deixará a presidência do conselho de administração da Brava. Seu lugar será ocupado por Alexandre Cruz, CEO da JiveMauá, que assume como chairman da companhia.
A estratégia inicial, segundo uma pessoa próxima da companhia, era semelhante à de um investidor tradicional: identificar empresas descontadas, com potencial de valorização. Nesse movimento, o fundo montou posições em companhias como Cosan, Eneva, Sabesp e Sanepar. A Brava, porém, rapidamente se tornou o principal investimento da carteira. A troca de CEO, promovida pela companhia em meados de janeiro de 2026, e a compra bilionária dos ativos da Petronas na Bacia de Campos, anunciada em 16 de janeiro de 2026, deixaram claro que o grupo vem conseguindo impor sua agenda estratégica.
Considerando dados de janeiro de 2026, tem 6,9% da Brava é o único acionista relevante na Brava com atuação direta no setor de energia — uma característica que passou a fazer diferença em um capital até então dominado por investidores financeiros e de infraestrutura, como a gestora JiveMauá, a família Queiroz Galvão e o Bradesco (maior acionista individual, com 12%).
A nomeação de Richard Kovacs, executivo ligado à própria Ebrasil, em 12 de janeiro de 2026, para o cargo de CEO da Brava no lugar de Décio Oddone — profissional de mercado e ex-diretor geral da ANP — é o capítulo mais recente de uma sequência de movimentos da Ebrasil que redesenhou a governança da petroleira nos últimos meses: a derrubada da poison pill, a articulação de um bloco acionário e, agora, o comando da gestão executiva.Com as mudanças anunciadas, que entram em vigor no início de fevereiro (2026), Kovacs deixará a presidência do conselho de administração da Brava. Seu lugar será ocupado por Alexandre Cruz, CEO da JiveMauá, que assume como chairman da companhia.
(Fonte: InvestNews - 19.01.2026)
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