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31 de mar. de 2026

Restaurante Leite

          Aberto em 1882, o restaurante recifense Leite atravessou quase intacto o Segundo Império, a Abolição, a Proclamação da República, duas guerras mundiais, duas ditaduras e uma pandemia, e agora anuncia uma expansão inédita. É considerado o restaurante mais antigo do Brasil
          Localizado no centro histórico do Recife, Leite já recebeu personalidades como Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir e Mário de Andrade. Quando estiveram no Brasil, em 1960, Jean-Paul Sartre e Simone de Beauvoir sentaram-se à mesa do Leite. Os intelectuais franceses, que foram determinantes no pensamento ocidental do século XX, não foram lá por acaso. O restaurante mais antigo do Brasil em funcionamento contínuo é guarida histórica da elite artística e política do país.
          Em março de 2026, o Leite tem-sua-primeira-expansao-em-144-anos.Depois de quase três anos em uma obra discreta, que exigiu malabarismos nos bastidores, com tapumes disfarçados com espelhos e quebradeira de madrugada para não interromper nem comprometer o serviço, inaugurou uma nova área, assimilada do prédio vizinho, há anos desabitado. O novo bar passou a ser o lugar onde a espera pelas mesas ficará concentrada.
(Fonte: Valor - 29.03.2026)

30 de mar. de 2026

Boticão Universal

          O Boticão Universal, que em seus anúncios apresentava-se como "Ao Boticão Universal", foi fundado em 1892 no centro da capital paulista por Januario Loureiro. Dedicava-se à importação e venda de artigos dentários e óticos e cutelaria. Januário tinha sócio, pois a razão social era Januario Loureiro & C.
          Como o nome sugere era uma loja dedicada principalmente aos cirurgiões dentistas, e eram vendidas ferramentas e material para o exercício da profissão. Publicações próprias com artigos relacionados, também faziam parte de seu portfólio de artigos.
          Havia anúncios publicitários em que a empresa se localizava à Rua de S.Bento 26 e tinha "Caixa de Correio 26 e em outro anúncio, aparentemente mais recente, constava Rua S. Bento 16 e Caixa Posta 71. Mas, um endereça relacionado à empresa seria na Rua XV de Novembro, 7.
(Fonte: Blogger.com(lembrasp.blogspot.com) - 10.07.2017 / Coletânea de anúncios antigos - partes)

29 de mar. de 2026

Casas da Banha - CB

          A Casas da Banha (CB) tem como um de seus fundadores o empresário Waldemar Pereira Velloso.
          Por volta de 1991, à beira da falência, as últimas lojas fecharam as portas.
          No início de 1993, os Velloso regressaram ao varejo com a abertura de uma loja do supermercado Fiesta, em Copacabana, no Rio de Janeiro. Essa primeira loja pertencia à viúva e a cinco dos seis filhos de Waldemar.
(Fonte: revista Exame - 03.02.1993)

19 de mar. de 2026

GAC (Guangzhou Automobile Group)

          O GAC Guangzhou  Automobile Group, é atualmente um dos cinco maiores grupos automotivos da China e possui joint ventures globais com gigantes como Toyota e Honda.
          Em 18 de março de 2026, a ofensiva chinesa no mercado brasileiro ganha um novo capítulo. O GAC anunciou a instalação de sua primeira unidade produtiva no Brasil. A informação foi publicada
pelo site Auto Ranking.
          A fabricante escolheu a cidade de Catalão, em Goiás. A GAC irá aproveitar a estrutura
da HPE Automotores, representante oficial de Mitsubishi e Suzuki no país.
          O anúncio inclui um investimento de R$ 6 bilhões para os próximos cinco anos e, segundo informações, pode ser ampliado. O movimento não é apenas comercial: a GAC pretende transformar o Brasil em um hub estratégico para a América Latina, com foco em pesquisa, desenvolvimento e,
futuramente, exportação.
          O projeto visa a produção inicial de um ou dois modelos. O primeiro deverá ser o SUV compacto GS3, que atualmente é equipado com motor 1.5 turbo a gasolina (170 cv de potência e 25,5 kgfm de torque). A intenção da companhia chinesa é atingir a meta de 100 mil carros no país em até cinco anos.
          Ainda de acordo com o Auto Ranking, a GAC já chega com o cronograma de nacionalização acelerado e terá a fabricação de outros produtos com a tecnologia híbrida flex.
          A parceria com a HPE Automotores é a chave para a rapidez da operação. Ao utilizar a infraestrutura já estabelecida em Goiás, a GAC reduz drasticamente o tempo de implementação. Para a HPE, o negócio representa a ocupação de capacidade ociosa na fábrica e uma atualização tecnológica importante para a região.
          A fábrica, que atualmente produz a picape Triton e o SUV Eclipse Cross, foi a primeira a ser instalada no Centro-Oeste brasileiro e tem cerca de 12 mil funcionários diretos e indiretos. O empreendimento possui 247 mil metros quadrados e o complexo inclui as áreas de montagem, fabricação, engenharia e logística.
          As primeiras unidades do GS3 serão entregues aos clientes das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste no fim de março ou no início de abril de 2026, afirma a
empresa. O SUV chega com a responsabilidade de ser o carro-chefe da marca por aqui. Ficará posicionado logo abaixo do GS4 e irá encarar rivais de peso como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta.
(Fonte: OESP - 18.03.2026)

Nikola


          Em 2018, a startup de veículos elétricos chamada Nikola publicou no YouTube um vídeo de um caminhão a hidrogênio cruzando o deserto.
          Wall Street gostou da tecnologia verde, e o hype cresceu: em 2020, cinco dias após fazer IPO, a Nikola alcançou um markat cap de US$ 30 bilhões e passou a Ford.
          Acontece que o protótipo não andava sozinho: foi empurrado morro abaixo. Essa foi só a primeira de uma série de mentiras para inflar a avaliação da companhia.
          Em 2022, o CEO Trevor Milton, que embolsou US$ 400 milhões quando as ações subiram, foi condenado a 4 anos de prisão por manipular o mercado de capitais. Ele não cumpriu a pena toda, porém: em março de 2025, Trump deu perdão incondicional a Milton, que havia doado US$ 3,2 milhões à campanha presidencial.
          Agora (março de 2026), o ex-condenado é CEO da SyberJet Aircraft, que planeja um jato executivo com voo assistido por IA e busca um aporte de US$ 1 bilhão. Ele garante: “agora pode confiar”.
(Fonte: InvestNews - 19.03.2026)

15 de mar. de 2026

Vinícola Villa Francioni / Vinícola Thera

          A família Freitas é um sobrenome que está na origem da vitivinicultura de altitude no Brasil. Foi Dilor Freitas quem, ainda no fim dos anos 1990, teve a intuição (e a coragem) de apostar no vinho em Santa Catarina quando quase ninguém olhava para a serra com esse interesse. Dali nasceu a Villa 
Francioni, o projeto fundador e decisivo para a região.
          Depois da morte de Dilor, o vinho não ficou como memória, virou continuidade. Seu filho João Paulo Freitas teve papel central na consolidação da Villa Francioni e, anos depois, deu um passo ainda mais ousado: criou, do zero, um ecossistema em torno do vinho. Assim nasceu a Fazenda Bom Retiro, no município de mesmo nome e, dentro dela, a Thera.
          Hoje (março de 2026), o projeto entra na terceira geração, com Abner Freitas como CEO da vinícola, dando continuidade ao trabalho construído ao lado de seu pai, João Paulo, que segue acompanhando cada etapa.
          Nada ali soa improvisado. A Thera não tenta impressionar com pirotecnia arquitetônica ou discursos grandiloquentes. O impacto vem da soma. Do conjunto da ópera. A pousada é silenciosa, integrada à paisagem, elegante sem esforço. O restaurante é um capítulo à parte: pratica uma cozinha afinada com o território, sem a ansiedade de “inventar moda”. É produto, ponto, técnica e tempo. Algo raro hoje em dia.
          Não por acaso, o Thera Wine Bar virou rapidamente um sucesso na região. Ali há cozinha com identidade e técnica. Luan Honorato, que comandou a cozinha do restaurante Nomade, do Nomaa Hotel, trocou Curitiba pela Serra Catarinense e vem fazendo um trabalho belíssimo: pratos precisos, produto em primeiro plano, e uma leitura muito madura do entorno. Nada de estrelismo. Tudo conversa 
com o vinho, comme il faut.
          Mas o que realmente diferencia a Thera não é só a hospitalidade. É a clareza do projeto. A vinícola faz parte de um ecossistema maior, a Fazenda Bom Retiro, que une vinho, natureza, arte e um braço residencial singular: os proprietários das casas podem produzir seus próprios vinhos, usando a estrutura, o conhecimento e a equipe da vinícola. Não é marketing. É enologia aplicada à vida real.
          O coração do projeto está na taça. E aqui a Thera se diferencia de vez.
          A enologia de Átila Zavarize revela um entendimento fino do terroir: o respeito à acidez natural, a extração comedida, a madeira como coadjuvante. O resultado aparece na consistência, algo que só se percebe quando se provam várias safras lado a lado. O Chardonnay é um dos brancos flagship da casa.
          Há algo de muito bem resolvido ali: fruta precisa, acidez viva, madeira em segundo plano. O 2024 está jovem, vibrante e mineral; o 2021 mostra equilíbrio e profundidade; e o 2017, ainda vivo e elegante, entrega algo raro no Brasil: capacidade real de guarda.
          Nos espumantes, a surpresa é ainda maior. Perlage finíssima, domínio do método tradicional, precisão de dosagem. O Blanc de Blancs Extra Brut é sedoso, persistente, refinado. Está, sem exagero, entre os melhores espumantes feitos hoje no país. Não por patriotismo. Por prova cega.
          Entre os tintos, vale uma atenção especial ao Pinot Noir 2020, suculento, preciso, com taninos delicados e fruta limpa. Um marco. O Montepulciano, ainda pouco comum por aqui, mostra estrutura e identidade. E o Syrah surpreende pela textura e pelo frescor, sem cair na caricatura do excesso.
          O mais impressionante, porém, não é um rótulo isolado. É a consistência. Provar várias safras do mesmo vinho e encontrar identidade é sinal de maturidade técnica. De entendimento do terroir. De gente que sabe o que está fazendo. De legado aplicado ao presente.
          Com certeza: a Serra Catarinense não está mais pedindo licença. Está oferecendo vinho de nível internacional, com sotaque próprio.
(Fonte: Brazil Journal (Luiz Gastão Bolonhez) - 01.03.2026)

2 de mar. de 2026

Bradsaúde

          O Bradesco vai conseguir levar à B3 toda sua área de saúde por meio de um IPO (Oferta Inicial de Ações, na sigla em inglês) reverso, como é chamado quando uma empresa fechada se junta com uma aberta para ser listada. É o maior IPO reverso já feito no Brasil.
          Na operação, o Bradesco juntou seus negócios de saúde com a Odontoprev, que já era listada na B3 e vai incorporar todos os negócios de saúde do banco. Em seguida, a empresa vai mudar de nome para Bradsaúde. A criação dessa companhia é o maior negócio entre um banco e a área de saúde da América Latina dos últimos cinco anos.
          O presidente do Conselho de Administração do Bradesco e Odontoprev, Luiz Carlos Trabuco Cappi, disse que o IPO reverso foi uma forma de se queimar etapas, além de ter custos menores que um IPO tradicional. “A Bradsaúde nasce de capital aberto, no Novo Mercado e com escala”, disse Trabuco.
“Esta é a oportunidade de fazer o IPO de todo o sistema de saúde do Bradesco”, disse o presidente do banco, Marcelo Noronha. No mercado, sempre se comentou sobre a possibilidade de o grupo fazer um IPO da área de seguros e saúde, mas até agora o projeto não havia saído do papel.
          Em entrevista à imprensa, o comando do Bradesco e das empresas de saúde do grupo ressaltaram que a Bradsaúde consiste na criação de um ecossistema líder no setor, com 12% de participação no mercado de planos de saúde e de 28,3% no de planos odontológicos.
          No segmento de oncologia, a BradSaúde conta com a Croma Oncologia, uma rede criada em parceria com Beneficência Portuguesa, Atlântica e Fleury.
          Com faturamento anual de R$ 52 bilhões, combina seguros, hospitais, diagnósticos, atenção primária, oncologia e odontologia, além de uma empresa de tecnologia em uma única plataforma integrada. “É a criação do ecossistema de saúde mais abrangente do país”, disse o presidente do Grupo Bradesco Seguros, Ivan Gontijo.
          No IPO reverso, a relação de troca negociada é que o free float (ações em mercado) da Odontoprev passou a ser de 8,65% da companhia combinada, enquanto o Bradesco passou a deter 91,35% da Bradsaúde. Pelas regras do Novo Mercado, segmento no qual a companhia será listada, é preciso um free float mínimo de 25%. Noronha disse que a empresa planeja uma oferta subsequente de ações (follow-on), ainda sem data definida.
          O fechamento da transação é esperado para junho de 2026, por ainda estar sujeita à aprovação regulatória e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Na operação, o Citi atuou como assessor financeiro exclusivo da Odontoprev. O Bradesco BBI e o JPMorgan também participaram, além de escritórios de advocacia Mattos Filho, Pinheiro Neto, BMA.



Bradesco passou a deter 91,35% da Bradsaúde Foto: Nilton Fukuda/Estadão

21 de fev. de 2026

Livraria Gato Sem Rabo

          A livraria Gato Sem Rabo é especializada em livros escritos por mulheres. Há anos situada na rua Amaral Gurgel, havia aberto uma unidade temporária na rua Major Sertório, em 2025.
          O novo ponto deu tão certo que a loja migrou todo o seu acervo para o endereço no
edifício Renata, no salão de entrada do bar Lágrima, cuja entrada se esconde entre as estantes.
          A nova casa preserva o investimento em uma decoração elegante e sóbria, em que está um
acervo que passa por áreas como cinema, biografias, psicologia e música. Fica na r. Major Sertório, 95, Vila Buarque, região central da capital paulista.
          O espaço do café é amplo, com opções de mesas, bancos na área externa e um grande sofá de couro.
Nas prateleiras, uma curadoria exclusiva de livros escritos por mulheres, cerca de 3 mil títulos.
          O HM Food Café tem um amplo cardápio com cafés e chás variados, opções para café da manhã e brunch.
(Fonte: Folha de S.Paulo - 20.02.2026 / A Vida no Centro - 27.02.2026 - partes)

6 de fev. de 2026

Nu Cine Copan (antigo Cine Copan)

          Na primeira inauguração, em 1970, o Cine Copan tinha quase 1200 lugares, com poltronas vermelhas de veludo, e exibiu um dos filmes do 007, “A serviço da sua majestade.”
          O espaço foi fechado em 1986, quando os cinemas do centro da cidade passavam por crise, junto com a própria degradação da área central de São Paulo. O centro de São Paulo vivia uma onda de cinemas de rua sendo fechados, sem conseguir bater de frente com os shoppings que cresciam nas grandes capitais exibindo blockbusters.
          No mesmo ano do fechamento, Estevam e Sônia Hernandes, um casal de pastores, fundou em São Paulo a Renascer em Cristo – hoje uma das igrejas mais engajadas politicamente e responsável pelas marchas para Jesus, que reúnem dezenas de milhares de fiéis em várias capitais. 
          O Cine Copan, localizado no icônico prédio do mesmo nome do Centro de São Paulo, que tinha uma parte do térreo originalmente projetada por Oscar Niemeyer para ser um cinema foi comprado nos anos 1990, num momento em que as igrejas pentecostais estavam vivendo um novo boom no Brasil, e os pastores buscavam espaços maiores para dar conta do aumento do número de fiéis, impulsionado pelas transmissões de cultos no rádio e na TV. Tornou-se uma das unidades da igreja Renascer em Cristo.
          No espaço do Copan, a Renascer em Cristo só ficou até 2008, depois de o lugar ser interditado pela Prefeitura, que apontou irregularidades administrativas e em uma reforma. A igreja também ficou anos sem pagar as taxas do condomínio.
          Também em 2008, a Fundação Renascer – a então dona do imóvel – foi liquidada, e seus bens foram bloqueados pela Justiça.
          Em julho de 2025, o então síndico do Copan, Affonso Celso Prazeres de Oliveira, que morreu em dezembro (2025), disse que partes do antigo cinema foram descaracterizadas, como o piso original e a área das poltronas.
          Duas década e meia depois, os cinemas de rua, que pareciam fadados a virar igrejas evangélicas, tiveram um pequeno aceno de retorno. Os cinéfilos finalmente conseguiram marcar um gol de honra na disputa por espaço com os fiéis pentecostais. O Cine Copan vai voltar a exibir filmes.
          No início de 2026, o Nubank comprou o espaço e vai reformá-lo para inaugurar um novo cinema em 2027, o Nu Cine Copan, com uma sala de 440 assentos.
          A aquisição do lugar pelo Nubank remonta a uma tradição do setor financeiro de investir em equipamentos culturais, muitas vezes incentivadas por benefícios fiscais
          Nos últimos anos, porém, algumas instituições financeiras deixaram de investir em cinemas de rua, como o Itaú, a Caixa e agora a Reag, que tirou sua marca do Cine Belas Artes depois de virar alvo da Operação Carbono Oculto, da Polícia Federal.
          A reforma do novo cinema do Copan vai começar em junho e a ideia é recuperar o projeto de Niemeyer, trazendo de volta o foyer, uma espécie de salão principal que seria construído para impedir que a entrada fosse feita pelo térreo. Hoje, o que seria o foyer faz parte de uma galeria de arte.
          A ideia do projeto original era que o cinema fosse um espaço de circulação no Copan, ao permitir essa ligação entre o foyer e o térreo.
          O Nubank também pretende recuperar o mesmo design da fachada do Cine Copan, com as letras em itálico e caixa alta.
          Antes do início da reforma, entre fevereiro e maio de 2026, o espaço será improvisado como uma sala de teatro, e vai exibir “Hamlet”, o clássico de Shakespeare.
          A volta do cinema do Copan se soma a outros movimentos de revalorização do edifício, que tem atraído gente com vontade de morar em um lugar cool, e também voltou a atrair empresas para os seus andares corporativos, como o escritório do Enjoei.
          Recentemente, a gestora Ilion Partners comprou um outro andar corporativo inteiro do prédio para reformá-lo, e agora busca revendê-lo a interessados em surfar a recuperação do Centro, que em breve voltará a ter a sede do governo estadual.
          Além disso, no ano passado, o Copan entrou na lista de edifícios que vão receber um subsídio da Prefeitura para passar por um retrofit, no valor de R$ 13 milhões, montante que será usado para revitalizar áreas comuns e fachadas.
          O projeto do Nu Cine Copan fará parte de um complexo com área gastronômica, bar, loja e espaços para conferências e eventos.
(Fonte: M2 Metro Quadrado - 05.02.2026 / Época Negócios - partes)