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5 de jan. de 2026

NovaAndino Litio

          A NovaAndino Litio é uma joint venture entre a gigante chilena de metais Codelco e a fornecedora de lítio SQM que pretende se tornar a maior produtora mundial do metal para baterias, apostando em produção de baixo custo e baixo impacto ambiental para atender à crescente demanda.
          Conhecida como NovaAndino Litio, a parceria público-privada planeja apresentar uma proposta aos reguladores em 2026 para aumentar a produção na operação de lítio Salar de Atacama, disse o presidente da Codelco, Maximo Pacheco, durante entrevista em Santiago em 29 de dezembro de 2025. Pacheco, que também presidirá o conselho da joint venture, não detalhou as metas de produção.
          O acordo marca a entrada da Codelco na produção de lítio e garante ao produtor estatal de cobre a participação majoritária no negócio chileno de lítio da SQM, em troca da extensão das operações por mais três décadas. As empresas planejam implantar novas tecnologias de extração direta para aumentar a produção no maior complexo de salmouras de lítio do mundo, ao mesmo tempo em que reduzem os impactos ambientais.
          A joint venture SQM-Codelco é peça central da iniciativa do presidente Gabriel Boric de expandir o controle estatal sobre ativos estratégicos de lítio, ao mesmo tempo em que aumenta a oferta para apoiar a transição global longe dos combustíveis fósseis. O Chile busca recuperar a participação de mercado perdida nos últimos anos para Austrália e Argentina.
          A NovaAndino planeja ampliar a produção atual de cerca de 230 mil toneladas métricas por ano, justamente quando o mercado global de lítio começa a se recuperar de um longo excesso de oferta. As perspectivas de demanda permanecem fortes para veículos elétricos e armazenamento de energia em larga escala, embora os preços ainda estejam bem abaixo do pico de 2022 e possam sofrer pressão de novas ofertas.
          Após 2030, a Codelco terá 50% da joint venture mais uma ação, enquanto a SQM manterá o controle operacional até então.
          Um obstáculo ainda persiste: a Tianqi Lithium Corp., importante acionista da SQM, tenta bloquear ou suspender aspectos da parceria no Supremo Tribunal do Chile, argumentando que o acordo deveria ter sido submetido à votação dos acionistas.
          O regulador antitruste da China concedeu aprovação condicional para a parceria em novembro de 2025, exigindo que as empresas honrem contratos existentes e continuem fornecendo clientes chineses de forma “justa, razoável e não discriminatória”.
          Historicamente, a Albemarle Corp., única outra produtora no Chile, tem sido a maior fornecedora mundial de lítio. Mineradoras diversificadas, como Rio Tinto, também se tornaram players relevantes nos últimos anos, enquanto os grupos chineses Ganfeng Lithium e Tianqi expandiram significativamente sua capacidade global.
(Fonte: InvestNews - 29.12.2025)

União Pet (Grupo Petz Cobasi)

          A fusão das empresa Petz e Cobasi aconteceu em dezembro de 2025 por parte do Tribunal do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), mas foi condicionada à venda de um conjunto de 26 lojas das duas empresas em São Paulo. Na ocasião, nos papéis chegaram a disparar quase 5%, após a decisão.
          A empresa criada a partir da fusão entre Petz e Cobasi, passou a se chamar União Pet.
          Em 2 de janeiro de 2026 foi o último dia de negociação das ações da Petz com o ticker (código) PETZ3.
          Na segunda=feira, 5 de janeiro de 2026, o Grupo Petz Cobasi, fruto da fusão das empresas Petz e Cobasi, passou a ser negociado na bolsa brasileira sob o ticker AUAU3, substituindo PETZ3, a partir da segunda-feira, dia 5 de janeiro de 2026.
(Fonte: Valor - 05.01.2026)

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