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21 de jan. de 2026

Itaueira Alimentos

           A a produtora de frutas do Nordeste Itaueira Agropecuária iniciou suas atividades no começo dos anos 1980, no Piauí, com a produção de caju, e passou a cultivar melão a partir de 1999, cultura que se tornou o principal negócio do grupo familiar. Seu fundador, em 1983, foi Carlos Prado. José Luis Prado, diretor administrativo e financeiro, faz parte da família fundadora.
          A Itaueira opera unidades produtivas no Piauí, Ceará e Bahia, além de uma nova operação em Morada Nova (CE), iniciada em 2025. De acordo com a empresa, a diversificação geográfica ajuda a reduzir riscos climáticos e evita rupturas no fornecimento.
          A identidade do “melão da redinha”, hoje amplamente reconhecida no mercado, surgiu ainda nos primeiros anos da produção. A solução — embalar duas ou três frutas em redes identificadas com a marca — ajudou a contornar a percepção de que os melões menores teriam menos sabor, fortalecendo o posicionamento do produto no varejo.
          A companhia é dona da marca Rei Alimentos. É detentora também das marcas Dunort e Cepi. Encerrou 2024 com faturamento de R$ 480 milhões e estima ter superado os R$ 500 milhões no ano passado.  Em 2024, foram comercializadas aproximadamente 85 mil toneladas dessas frutas. O portfólio inclui também pimentões, mel, sucos e a produção de camarão, que deve chegar em breve ao varejo sob a marca Rei.
          A Itaueira ultrapassou a marca de R$ 500 milhões em faturamento e, para sustentar um novo ciclo de crescimento, levou o tradicional “melão da redinha” ao mercado financeiro da Faria Lima. A Itaueira concluiu em fins de 2025 uma captação de R$ 150 milhões no mercado de capitais e se prepara para avançar a partir de 2027, após um período intenso de investimentos.
          A entrada no mercado de capitais marcou um novo momento da empresa. A Itaueira captou R$ 100 milhões por meio da emissão de Notas Promissórias Comerciais, coordenada pela Caixa Econômica Federal, e outros R$ 50 milhões via CPR-F, em operação liderada pelo Itaú BBA — a primeira emissão pública da companhia. O objetivo, segundo José Luis Prado, foi alongar o perfil da dívida e criar um colchão de liquidez para enfrentar a volatilidade do cenário macroeconômico.
          A empresa destaca que o grupo possui cerca de 20 mil hectares de terras próprias, com 3 mil hectares dedicados ao cultivo de melão e melancia. 
          Hoje, a maior parte da produção é destinada ao mercado interno, mas a empresa também está retomando as exportações, com foco na União Europeia, Reino Unido, Canadá e Oriente Médio.
(Fonte: Foodbiz - 19.01.2026)

19 de jan. de 2026

Ebrasil

          O grupo Ebrasil, uma geradora de energia criada em meio à crise do apagão dos anos 2000. A  Ebrasil (sigla para Eletricidade do Brasil) é dona de usinas termelétricas no Nordeste. O grupo foi fundado pelo empresário pernambucano José Cantarelli em 2001.
          A empresa consolidou-se – na prática – como o principal acionista da Brava Energia, a segunda maior petroleira independente do país, atrás apenas da Prio.
          Em 2024 começa a aproximação da Ebrasil com a Brava, por meio do fundo Yellowstone, criado pelo grupo de José Cantarelli para investir em empresas listadas. Capitalizado após a venda de sua metade na Celse — complexo termelétrico em Sergipe adquirido pela Eneva por R$ 6,7 bilhões em 2022 -,  o fundador da Ebrasil passou a buscar oportunidades de diversificação no mercado de capitais.
          A estratégia inicial, segundo uma pessoa próxima da companhia, era semelhante à de um investidor tradicional: identificar empresas descontadas, com potencial de valorização. Nesse movimento, o fundo montou posições em companhias como Cosan, Eneva, Sabesp e Sanepar. A Brava, porém, rapidamente se tornou o principal investimento da carteira. A troca de CEO, promovida pela companhia em meados de janeiro de 2026, e a compra bilionária dos ativos da Petronas na Bacia de Campos, anunciada em 16 de janeiro de 2026, deixaram claro que o grupo vem conseguindo impor sua agenda estratégica.
          Considerando dados de janeiro de 2026, tem 6,9% da Brava é o único acionista relevante na Brava com atuação direta no setor de energia — uma característica que passou a fazer diferença em um capital até então dominado por investidores financeiros e de infraestrutura, como a gestora JiveMauá, a família Queiroz Galvão e o Bradesco (maior acionista individual, com 12%).
          A nomeação de Richard Kovacs, executivo ligado à própria Ebrasil, em 12 de janeiro de 2026, para o cargo de CEO da Brava no lugar de Décio Oddone — profissional de mercado e ex-diretor geral da ANP — é o capítulo mais recente de uma sequência de movimentos da Ebrasil que redesenhou a governança da petroleira nos últimos meses: a derrubada da poison pill, a articulação de um bloco acionário e, agora, o comando da gestão executiva.
          Com as mudanças anunciadas, que entram em vigor no início de fevereiro (2026), Kovacs deixará a presidência do conselho de administração da Brava. Seu lugar será ocupado por Alexandre Cruz, CEO da JiveMauá, que assume como chairman da companhia.
(Fonte: InvestNews - 19.01.2026)

18 de jan. de 2026

Adega Santiago / Taverna 474 / Casa Europa

          Luis Felipe Moraes, o Ipê, abriu seu primeiro bar em 1993 com dois amigos. Ele se chamava Flamingo e era no local onde é hoje o Espírito Santo. A casa foi um sucesso estrondoso, fechava a rua todos os dias e o investimento foi pago no primeiro mês. Mesmo assim, Ipe Moraes, como é conhecido, que cursou economia na Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), permaneceu trabalhando como gerente financeiro de uma transportadora. No começo ia todos os dias para receber amigos e ajudar, e era muito cansativo, pois tinha um cargo de responsabilidade na empresa e ao mesmo tempo não resistia à boemia diária. Foi tocando dessa forma até 1996, quando resolveu pedir demissão e cair no mundo. Aí veio uma sequência de projetos de todo tipo, mas o que o encantava era a junção das experiências: bebida boa, comida boa e ambiente descontraído, e foi aí que ele se encaixou.
          Depois do Flamingo veio o Kashmir em 1996, boate que foi um sucesso. Em 1997, abri o Nakombi e o Bar MariaJoana. Depois, em 1998, veio o Espírito Santo que foi a primeira experiência com a cozinha ibérica. Então, em 2000, abrimos o Pharmacia, que foi um dos precursores da cozinha saudável orgânica em São Paulo. Em um segundo momento, Ipe Moraes vendeu em 2004 o MariaJoana, o Nakombi e o Kashmir, que eram sociedades com um outro grupo. Manteve o Espírito Santo e resolveu investir na cozinha ibérica que era o que realmente lhe dava prazer.
          Foi em 2006 que abriram a Adega Santiago. Localizado na região oeste de São Paulo, no bairro do Jardim Paulistano, o Adega Santiago foi inaugurado em 2006 e reverencia a tradição das tabernas e tascas da Península Ibérica. A Adega tem como proposta reproduzir a atmosfera de pequenas casas ibéricas em um ambiente aconchegante e oferece culinária da fronteira entre o alentejo português e a estremadura espanhola, além de uma selecionada carta de vinhos da região.
          Passados cinco anos, em 2011, foi criada a Taberna 474. Na sequência, em 2012, a segunda Adega no Cidade Jardim. Dois anos depois, a Casa Europa, que tem a cozinha voltada para a culinária italiana. Em 2016, a terceira Adega, na Mello Alves, e em 2019, a quarta Adega Santiago, no Rio. No caminho, vendemos, em 2009, o Espírito Santo, razão pela qual montamos, em 2011, a Taberna 474, que veio como uma atualização de conceito.
          Para comandar mais de uma casa não tem segredo, segundo Ipe Moraes. É muito suor e parceiros que tenham o mesmo norte que você. Ou seja, parceiros: sócios, funcionários e fornecedores.
          Para Ipê Moraes, quem quer ser dono de um restaurante não deve cair na ilusão de que é um ramo glamoroso. Ter um restaurante é um negócio como outro qualquer e que a sobrevivência e o sucesso dependem de seriedade, consistência e sempre pés no chão.
          Luis Felipe Moraes explica a escolha para apostar na culinária ibérica: "Amo a simplicidade e a honestidade da cozinha ibérica. Sou um cara rústico, e gosto dessa caraterística de raiz. Acho que a cozinha ibérica navega no mar e na terra como nenhuma outra, não tem disfarce, é escancarada. Além disso, está no nosso sangue. Junta-se a isso a lacuna que essa cozinha tinha antes da chegada da Adega Santiago. Havia o Antiquarius e o A bela Sintra, estreladíssimos e sofisticados, e as padarias e botequins de portugueses espalhados pelas esquinas da cidade. Nesse miolo faltavam a Taberna e a Adega.
          A lembrança de Luis Felipe Moraes, de vez em quando o transporta para a pior noite da Casa Europa, que comprou e reabriu, após reforma assinada pelo arquiteto Carlos Motta, em 2013. Naquela fatídica noite, em 2015, seu irmão comemorava seu 50º aniversário. Ipê estava sozinho à mesa com o pai, Luis Antônio de Moraes, o Totó, então com 75 anos, quando este se levantou bruscamente para saudar a chegada de um amigo – e, ao mesmo tempo, engasgou com o pedaço de carne recém ingerido.
(Fonte: Prazeres da Mesa (Ricardo Castilho) - 30.04.2020 / Veja SP - outubro 2022 / baressp.com / Prazeres da Mesa (Ricardo Castilho) - 30.04.2020 / A.A. Notícias - 07.04.2023 - partes)

Almadén

          A vinícola Almadén foi fundada em 1973, em Santa do Livramento, extremo sul do Rio Grande do Sul. Foi criada por californianos depois de especialistas da Universidade de Davis apontarem a Campanha Gaúcha como o melhor terroir para uvas viníferas no Brasil.
          O local tem 1.200 hectares, 450 deles com vinhedos. É dali, por exemplo, que vem o Tannat Vihas (R$238,90).
          Há uma loja duty free na vinícola. Opasseio tradicional custa R$50 e dá direito a uma degustação de quatro vinhos, incluindo visita a um pequeno museu, aos vinhedos e à cantina.
          Um dos pontos altos da visita é o de que com vista para os vinhedos e para o Cerro Paloma, um platô que se destaca no horizonte. Há algumas delas por essa região da fronteira. O passeio inclui serviço de vinho e show de música típica, por R$ 159 (todos os valores acima referem-se a dezembro de 2025).
          Em 2009, a Almadén foi vendida para a vinícola Miolo.
(Fonte: Folha - 18.12.2025)

15 de jan. de 2026

Fictor Invest

          A Fictor Holding Financeira é um grupo econômico de participações e investimentos com atuação nos três principais setores que movimentam a economia brasileira: indústria alimentícia, infraestrutura e serviços financeiros.
          Fundada em 2007, por Rafael Gois, a Fictor tem unidades no Brasil, Estados Unidos e Portugal. Entrou na B3 em 2024 e se destacou em 2025. A holding fez um "IPO reverso", um tipo de atalho para uma empresa chegar à Bolsa —no caso, a Fictor Alimentos adquiriu a Atom, uma pequena empresa de treinamento de traders negociada na B3, e alterou o escopo do negócio. Depois, assinou um contrato de patrocínio de R$ 30 milhões com o Palmeiras —o que fez as ações da empresa dispararem de R$ 15 milhões para R$ 140 milhões, apurou a colunista do UOL Mariana Barbosa.
          A Fictor oferece um modelo de investimento que não é fiscalizado pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Trata-se da SCP (Sociedade em Conta de Participação), um tipo de contrato previsto no Código Civil em que há um único sócio ostensivo (responsável pelo negócio, no caso um dos CNPJs da Fictor) e um número ilimitado de sócios participantes, que investem no negócio assumindo riscos.
          Desde 2021, Fictor captou R$ 1,6 bilhão com SCPs segundo levantamento do UOL. O modelo é legal, segundo advogados ouvidos pela reportagem, desde que sócios participantes sejam investidores qualificados, com amplo acesso a informações do projeto, inclusive contábeis. É irregular se a oferta é feita a um público não qualificado, com garantia de retorno fixo, mas sem transparência, o que pode caracterizar esquema de pirâmide.
          A Fictor fez treinamento para assessores sobre SCPs, apurou o UOL. Assessores de investimentos, que recebem comissões por clientes captados, fizeram propaganda da Fictor, informou o portal Metrópoles em maio de 2025. "Por que SCP? Rentabilidade premium: Desfrute de retornos impressionantes, alcançando até 18% ao ano", diz o post de um dos assessores. Outro post, publicado em março de 2024, diz que a operação envolve commodities e entrega "adiantamentos de dividendos". "Vem pro Agro", diz.
          Em 17 de novembro de 2025, uma proposta de compra do Master pela Fictor causa estranheza. Investigadores que atuam na operação que resultou na prisão de Daniel Vorcaro (presidente do Master) suspeitam que a proposta tenha sido uma espécie de simulacro para facilitar a fuga do banqueiro do país. Pessoas diretamente envolvidas nas apurações dizem que a ordem de prisão de Vorcaro foi assinada às 15h do dia 17. No mesmo dia, a Fictor divulgou que pretendia comprar o Master em conjunto com um consórcio formado por investidores dos Emirados Árabes Unidos. Junto a investidores dos Emirados Árabes, a empresa anunciou a compra do banco de Daniel Vorcaro, com um aporte de R$ 3 bilhões, em 17 de novembro. Vorcaro e o fundador da Fictor, Rafael Gois, estariam a caminho dos Emirados Árabes para selar o acordo. Vorcaro foi preso e, no dia seguinte, o Banco Central decretou a liquidação do Master.
          Títulos podres inflaram capital da Fictor Invest. Reportagem do UOL revelou que a empresa usou o mesmo modus operandi do Master com os fundos da Reag: simular movimentações usando títulos podres do antigo Besc (Banco de Santa Catarina). O aumento de capital foi registrado em dezembro de 2021 no CNPJ da One Off, empresa de Luiz Phillippe Rubini, que era sócio da Fictor. Ele registrou um aumento de capital de R$ 30,9 milhões e, dois dias depois, a empresa alterou o nome para Fictor Invest.
(Fonte: Folha: 19.11.2025 / UOL - 11.01.2026 - partes)

14 de jan. de 2026

Grupo Baumgart

          Em 1936 após alguns anos estudando na Alemanha e a morte de seu irmão, Otto Baumgart (1897-1970) veio para São Paulo e fundou a Otto Baumgart Indústria e Comércio Ltda., iniciando a produção do impermeabilizante Vedacit, produto com o qual fez fortuna. Anos mais tarde, a indústria diversificou sua atuação, produzindo também itens para calefação, vedação e proteção de lajes, concretos, argamassas e mantas asfálticas, sendo um dos responsáveis pela pavimentação asfáltica da Avenida 9 de Julho, no centro de São Paulo. O Grupo Baumgart é também conhecido como Grupo Otto Baumgart.
          Na década de 1960, a empresa comprou o terreno de 150.000 metros quadrados onde atualmente fica o Shopping Center Norte. Na época, a região era ocupada por um lixão e várias lagoas. Em 1964, com a compra de outros terrenos nos arredores, iniciaram-se as obras de aterramento e terraplanagem de toda a região.
          Em 1975, o grupo criou as Fazendas Reunidas Baumgart como o braço de agropecuária do grupo e em 1983, fundou a Vedacit do Nordeste S.A.
          Em 1984, inaugurava o Shopping Center Norte, o primeiro empreendimento da área conhecida como Cidade Center Norte, composto pelos shoppings Center Norte e Lar Center, o centro de eventos Expo Center Norte e o hotel Novotel Center Norte, respectivamente inaugurados nos anos de 1984, 1987, 1993 e 2000. Ao longo dos anos, a empresa investiu na expansão, reformas e desenvolvimento de seus empreendimentos, sobretudo na cidade de São Paulo.
          O grupo foi reorganizado em 2012 para administrar as empresas do grupo: a Vedacit, as Fazendas Reunidas Baumgart, os shoppings Center Norte e Lar Center, o centro de convenções Expo Center Norte, o hotel Novohotel Center Norte e outros imóveis comerciais e investimentos pertencentes a família. Tem sua sede e a maior parte de suas operações concentradas na zona norte de São Paulo, principalmente nos bairros da Vila Guilherme e da Vila Isolina Mazzei.
          Em 12 de janeiro de 2026, morre Otto Baumgart (neto do fundador). Otto era membro da terceira geração da família que fundou o grupo. Era filho de Roberto Baumgart e neto do empresário catarinense Otto Gustav Gottfried Baumgart, natural de Blumenau e fundador do Grupo Baumgart e da Vedacit (material de construção), que morreu em 1973.

Vedacit
Sinônimo de impermeabilização de alta eficiência, esta é uma das marcas mais lembradas pelas famílias brasileiras, desde 1936. Primeira empresa do grupo Baumgart, conta atualmente com mais de 140 produtos em seu portfólio, dos tradicionais Vedacit, Bianco e Neutrol até as mais modernas soluções para vedação de superfícies, como mantas líquidas, acrílicas e tintas.

Lar Center
Primeiro shopping center temático da cidade de São Paulo, em atividade desde 1987. Seu mix possui 120 lojas especializadas em decoração e design que oferecem opções desde os materiais mais básicos de construção até as mais sofisticadas linhas de acabamento. Desde sua inauguração é uma das grandes referências para o mercado de decoração de interiores do Brasil.

Baumgart Fazendas Reunidas
Empresa do Grupo Baumgart dedicada inteiramente ao desenvolvimento de alta tecnologia para o setor do agronegócio. Localizada no estado de Goiás, possui parcerias com grandes universidades para estudos aplicados nas áreas de agricultura, pecuária e melhoramento genético para aprimoramento de soluções econômicas e sustentáveis para os negócios do campo.

Expo Center Norte
Um dos maiores e mais versáteis espaços para feiras e eventos da América do Sul, tem uma área total de 98.000 m2 e cinco pavilhões com capacidade para receber diversos eventos simultaneamente. Possui um centro de convenções de padrão internacional, com 21 salas modulares isoladas acusticamente, que podem receber até 4.500 pessoas ao mesmo tempo.

Novohotel _ São Paulo Center Norte
Hotel localizado próximo ao Shopping Center Norte e Expo Center Norte, tem a administração do Grupo Accor, uma das maiores redes hoteleiras do mundo. Tem foco na hospedagem de turistas de negócios e pequenos eventos, mas pode ser utilizado pelo público em geral. Sua excelente localização, a menos de 17 km do aeroporto internacional de Guarulhos, próximo ao Terminal Rodoviário Tietê e ao lado de uma das vias mais movimentadas de São Paulo, proporciona rápida mobilidade até os principais pontos de interesse da cidade.
(Fonte: Wikipédia / site da empresa - partes)

13 de jan. de 2026

Yázigi

          A rede de escolas ensino de idiomas Yázigi foi fundada em 1950.
          No final de 2013, a Wizard, então proprietária da Yázigi, vende seu grupo de escolas de idiomas Multi, então com 3 mil unidades e dono das bandeiras Wizard, Yázigi, Bit Company, entre outras - para a britânica Pearson por quase R$ 2 bilhões (1,3 bilhão? 1,7 bilhão), a maior transação do setor já realizada no Brasil.
          No início de 2026, o grupo paulista MoveEdu comprou 100% do Yázigi, uma das redes de ensino de inglês mais tradicionais do país. A vendedora foi a britânica Pearson, que controlava a marca desde 2013. A escola de idiomas tem hoje cerca de 270 unidades espalhadas pelo Brasil.
(Fonte: InvestNews - 13.01.2026)

11 de jan. de 2026

Macieira

          Em 1865, José Maria Macieira fundou a Macieira & Cª Lda, com o propósito de vender azeite, vinho e destilados. Vinte anos mais tarde a companhia começou a produção do seu próprio destilado, Macieira Royal Brandy, e foi eleito pelo Rei D. Carlos I como fornecedor da casa real.
          O destilado foi criado por José Guilherme Macieira, filho de José Maria Macieira, em 1885, após ter estudado enologia na região francesa de Cognac. A sua receita mantém-se tão original e secreta como em 1885. O sucesso de Macieira foi instantâneo, a sua qualidade e reputação ganharam verdadeiros apreciadores leais à marca, como Fernando Pessoa.
          Macieira foi exibido e premiado em várias feiras internacionais como a Feira Universal de Paris em 1900, Feira Industrial da África do Sul em 1904, Feira Comemorativa da Inauguração do Canal do Panamá em 1915, entre outras. Além disso, foi selecionada para repor os stocks de cognac que foram destruídos durante a II Guerra Mundial.
Elevador da Glória (Lisboa), em 1977, com publicidade do Macieira.
          Em 1973 Macieira foi adquirida pela Seagram, que por sua vez foi adquirida pela Pernod Ricard em 2000.                     A Macieira representa mais de metade do consumo de brandy no mercado português. Num primeiro momento, combateu o declínio das vendas com uma aposta na exportação. A Macieira tornou-se na marca do portfólio da Pernod Ricard Portugal com maior volume exportado, apostando na fama de que desfruta junto do mercado da saudade. A marca é exportada para mais de 30 países, nos cinco continentes, estreando em 2012 na Rússia e China.
Macieira continua a ser líder de mercado em Portugal.
          A base do Bombarral produz e envelhece ainda a aguardente Aldeia Velha e D'Alma.
          Em 2014, a produção da Macieira foi transferida do Bombarral para Manzanares, na Espanha. A decisão do conglomerado francês de bebidas Pernod Ricard é uma resposta à queda do consumo de brandy e uma tentativa de recolocar a Macieira na moda.
(Fonte: Wikipédia)

10 de jan. de 2026

Hewitt, Ogilvy, Benson, & Mather / Ogilvy & Mather

          Em 1948, depois de ter estagiado na agência de publicidade londrina Mather & Crowther, e estudado publicidade nos Estados Unidos, David Ogilvy inaugura a Hewitt, Ogilvy, Benson, & Mather, que anos depois se transforma na Ogilvy & Mather.
          Em 1981, a agência já contava com escritórios em 35 países, 1.600 clientes e 1,7 bilhão de dólares em contas.
          Para David Ogilvy, publicidade sempre foi um ato de venda. "We sell or else", dizia. E arrematava: "Nenhum fabricante jamais se queixou de que a sua publicidade estava vendendo demais".
          Espetacular redator, na opinião de Flávio A. Castro, que foi membro do conselho e do comitê executivo mundial da Ogilvy & Mather, David foi responsável por muitas peças antológicas. O comandate Whitehead para a Schweppes, o homem com tapa-olho para as camisas Hathaway, a campanha do sabonete Dove ("Dove passa creme na sua pele enquanto você se banha"), a inesquecível campanha para Porto Rico e o histórico anúncio  da Rolls Royce "A 60 milhas por hora, o único ruído que se ouve é o tic-tac do relógio elétrico") são apenas alguns exemplos do incomparável David Ogilvy.
(Fonte: revista Exame - 15.12.1999)