em 2024, que movimentou quase R$ 15 bilhões.
A Equatorial Energia, que já é o maior acionista da Sabesp, passou a ser também o maior
acionista individual da Copasa, após arrematar 30% da oferta por R$ 5,6 bilhões em uma fase anterior na qual participou sem concorrentes. O governo mineiro tinha 50% da Copasa e, agora, passa a deter
5%; mas terá o poder de veto (“golden share”) em decisões.
A privatização da Copasa era uma bandeira do governo Romeu Zema, mas só começou a ganhar força em setembro de 2025, quando começaram os trâmites no Legislativo mineiro. Desde então, a
empresa dobrou seu valor de mercado, chegando atualmente a R$ 21 bilhões. Valor arrecadado com a desestatização será usado para amortizar dívida bilionária que o Estado tem com o governo federal.
A ação foi vendida a R$ 49,03, mesmo preço que a Equatorial Energia desembolsou pela fatia
na primeira fase do processo, e somente o lote-base, de 56,4 milhões de ações, foi vendido, movimentando R$ 2,8 bilhões.
Houve uma demanda de mais de R$ 70 bilhões em ordens para a fatia de R$ 1,9 bilhão que foi
colocada à disposição de investidores institucionais. O lote extra de ações, que poderia aumentar a operação em quase R$ 1 bilhão, não foi vendido.
(Fonte: Estadão - 13.06.2026)
Nenhum comentário:
Postar um comentário