Por volta de meados de julho de 2026, a Prudential anunciou sua decisão de deixar os mercados brasileiro e mexicano, como parte de uma revisão mais ampla de suas operações internacionais.
Em fins de julho de 2026, CNP, HDI e Zurich estavam entre as candidatas para comprar a Prudential, que tinha 10% do mercado de seguros de vida no Brasil, e que pôs à venda suas operações no Brasil. O negócio poderia sair por mais de R$ 15 bilhões.
Em 20 de outubro de 2026, a Prudential Financial fechou a venda das suas operações no Brasil e no México para o grupo francês CNP Assurances. A americana informa preço total de US$ 4,03 bilhões em dinheiro, sujeito a ajustes de fechamento. A conclusão está prevista para o segundo semestre de 2027, após aprovação de órgãos reguladores.
A aquisição do pacote de operações, um lance em patamar elevado - enquanto outros proponentes estavam mais perto de US$ 3 bilhões - e a visão de que não haverá um embate cultural entre as empresas foram determinantes para o desfecho, disseram pessoas próximas à operação. A americana Metlife, a japonesa Daiichi e a espanhola Mapfre chegaram a passar para a segunda fase do processo, mas a CNP era apontada como favorita desde o inicio do processo, como mostrou o Pipeline.
"Esta não é uma decisão específica para o Brasil ou o México, mas sim uma estratégia de realocação de recursos. A decisão não reflete o desempenho de nossas operações no Brasil e no México, nem o potencial desses mercados. Pelo contrário, este tem sido um dos melhores anos para nossas operações em mercados emergentes. Acreditamos que o potencial de crescimento continua muito elevado", afirmou David Legher, presidente da Prudential para mercados emergentes.
Em 2025, a Prudential detinha uma participação de 26,7% no mercado brasileiro de seguros de vida individual. Naquele ano, a companhia gerou R$ 7,5 bilhões em prêmios — um aumento de 19% — e registrou um lucro líquido de R$ 1,2 bilhão.
(Fonte: Valor - 21.10.2026)
Em 20 de outubro de 2026, a Prudential Financial fechou a venda das suas operações no Brasil e no México para o grupo francês CNP Assurances. A americana informa preço total de US$ 4,03 bilhões em dinheiro, sujeito a ajustes de fechamento. A conclusão está prevista para o segundo semestre de 2027, após aprovação de órgãos reguladores.
A aquisição do pacote de operações, um lance em patamar elevado - enquanto outros proponentes estavam mais perto de US$ 3 bilhões - e a visão de que não haverá um embate cultural entre as empresas foram determinantes para o desfecho, disseram pessoas próximas à operação. A americana Metlife, a japonesa Daiichi e a espanhola Mapfre chegaram a passar para a segunda fase do processo, mas a CNP era apontada como favorita desde o inicio do processo, como mostrou o Pipeline.
"Esta não é uma decisão específica para o Brasil ou o México, mas sim uma estratégia de realocação de recursos. A decisão não reflete o desempenho de nossas operações no Brasil e no México, nem o potencial desses mercados. Pelo contrário, este tem sido um dos melhores anos para nossas operações em mercados emergentes. Acreditamos que o potencial de crescimento continua muito elevado", afirmou David Legher, presidente da Prudential para mercados emergentes.
Em 2025, a Prudential detinha uma participação de 26,7% no mercado brasileiro de seguros de vida individual. Naquele ano, a companhia gerou R$ 7,5 bilhões em prêmios — um aumento de 19% — e registrou um lucro líquido de R$ 1,2 bilhão.
(Fonte: Valor - 21.10.2026)
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