A Miner encerrou as atividades em 2019, após causar prejuízo de milhões de reais a investidores em todo o país.
Em 5 de agosto de 2019, segundo reportagem do G1, a Miner enviou um e-mail a seus clientes afirmando que havia firmado um acordo com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para encerrar as atividades, e que decisões relacionadas aos investimentos a fizeram "realizar um prejuízo de 75,27%" do total aplicado. A gestora possuía uma carteira que somava cerca de R$ 120 milhões em ativos sob gestão.
Em 27 de março de 2025, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que, após fim de julgamento, aplicou um total de R$ 383 milhões em multas aos envolvidos com a gestora Miner.
O montante é um dos maiores já cobrado pelo regulador a condenados em processos administrativos sancionadores (PAS).
A Miner e seus administradores foram acusados e condenados por operação irregular e fraudulenta, além da proibição de atuação de seus profissionais no mercado de capitais.
De acordo com o comunicado do regulador, a Miner deverá pagar um total de R$ 191,5 milhões por por administração irregular de carteira de valores mobiliários e prática de operação fraudulenta. Os sócios da gestora Geraldo Alves Vieira e Rene Antônio da Silva arcarão, cada um, com R$ 95,7 milhões, pelas mesmas acusações, perfazendo um total de outros R$ 191,5 milhões.
Outros envolvidos na operação, Murilo Bittencourt Souza, Mayara Ribeiro dos Santos, Marcelo Alves Teles, Gabriel Freitas Vieira e Cláudio Ewerton Porto Lopes foram condenados por criação de condições artificiais de demanda, oferta ou preço de valores mobiliários. Todos estão proibidos, por 60 meses, de atuar, direta ou indiretamente, em qualquer modalidade de operação no mercado de valores mobiliários brasileiro.
A CVM informou que os acusados punidos poderão apresentar recurso com efeito suspensivo ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.
(Fonte: Valor - 27.03.2028)
Em 27 de março de 2025, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) informou que, após fim de julgamento, aplicou um total de R$ 383 milhões em multas aos envolvidos com a gestora Miner.
O montante é um dos maiores já cobrado pelo regulador a condenados em processos administrativos sancionadores (PAS).
A Miner e seus administradores foram acusados e condenados por operação irregular e fraudulenta, além da proibição de atuação de seus profissionais no mercado de capitais.
De acordo com o comunicado do regulador, a Miner deverá pagar um total de R$ 191,5 milhões por por administração irregular de carteira de valores mobiliários e prática de operação fraudulenta. Os sócios da gestora Geraldo Alves Vieira e Rene Antônio da Silva arcarão, cada um, com R$ 95,7 milhões, pelas mesmas acusações, perfazendo um total de outros R$ 191,5 milhões.
Outros envolvidos na operação, Murilo Bittencourt Souza, Mayara Ribeiro dos Santos, Marcelo Alves Teles, Gabriel Freitas Vieira e Cláudio Ewerton Porto Lopes foram condenados por criação de condições artificiais de demanda, oferta ou preço de valores mobiliários. Todos estão proibidos, por 60 meses, de atuar, direta ou indiretamente, em qualquer modalidade de operação no mercado de valores mobiliários brasileiro.
A CVM informou que os acusados punidos poderão apresentar recurso com efeito suspensivo ao Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional.
(Fonte: Valor - 27.03.2028)
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