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16 de set. de 2026

JBS VIVA

          Em operação anunciada originalmente em novembro de 2025, a JBS redesenha negócio de couros e cria companhia em parceria com VIVA Holding, empresa de investimentos e participações,
          Em 15 de setembro de 2026, a JBS (JBSS32) e VIVA Holding assinaram acordo para unir seus negócios de produção, processamento e comercialização de couros em uma nova empresa, a JBS VIVA, disse a JBS em comunicado.
          A operação ainda depende do cumprimento de condições previstas no acordo e, portanto, não há uma data definida para sua conclusão, afirmou a JBS. Após o fechamento, JBS e VIVA Holding terão, cada uma, 50% da JBS VIVA.
          Antes da conclusão da operação, serão realizadas reorganizações societárias para concentrar os ativos que farão parte da nova empresa, segundo o comunicado. A JBS transferirá seus ativos de couros para a JBS Couros, que posteriormente será incorporada à JBS VIVA.
          Do lado da VIVA, os ativos e atividades que não fazem parte da transação serão separados. A nova companhia terá governança dividida igualmente entre os dois grupos, com um Conselho de Administração de até seis integrantes - três indicados pela JBS e três pela VIVA.
          A transação reunirá os ativos da JBS relacionados à produção de couros no Brasil e em determinadas subsidiárias no exterior, além dos negócios da VIVA ligados à produção de couros e à fabricação e comercialização de produtos químicos utilizados no processamento desse material.
          Alguns ativos ficarão fora da operação, entre eles os negócios de colágeno e gelatina das duas empresas, a operação de couros da JBS em Cactus, no Texas, e os ativos da divisão de couros da JBS localizados na Alemanha, no Uruguai e no México.
          O acordo também prevê contratos de fornecimento entre a JBS e a JBS VIVA. A JBS fornecerá à nova empresa couro cru produzido por seus frigoríficos no Brasil. Em contrapartida, a JBS VIVA venderá à JBS aparas e raspas geradas durante o processamento desse couro, que serão destinadas à produção de gelatina, colágeno e produtos relacionados.
          Forma-se aí a maior processadora de couros do mundo, com 31 fábricas em seis países.
(Fonter: msn/Estadão - 16.09.2026 / InvestNews - 16.09.2026 - partes)

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