A figura-chave por trás dessa operação é o italiano Vittorio Medioli, que chegou ao Brasil em 1976, aos 25 anos, para instalar uma filial da transportadora de sua família, que atendia a fábrica da Fiat em Minas.
A trajetória de Medioli, porém, tem controvérsias. Em 2018, o empresário foi denunciado por formação de cartel no setor de transporte de veículos. E em 2022 gerou polêmica ao sugerir, em sua coluna de jornal, que o Nordeste se separasse do resto do Brasil.
O grupo tem braços em vários setores: além de construir as próprias cegonhas, produz etanol, recicla carros em escala industrial, fabrica autopeças para a Stellantis, é dono do jornal O Tempo e mantém o Sada Cruzeiro – maior campeão do vôlei masculino brasileiro.
Metade dos carros zero km do Brasil viaja nos caminhões-cegonha da Sada que hoje tem 30 empresas, 8 mil funcionários e operações em quatro países. Só em 2025, eles transportaram 2,5 milhões de veículos.
(Fonte: InvestNews - 16.04.2026)
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