O grupo Santa Elina pertence à família Brito e foi fundado na década de 1970 por Paulo Brito, inicialmente focado na exploração de ouro.
Dez anos depois, em 2021, a Rio Minas foi renomeada Ligga S.A., fruto de uma joint venture entre a Santa Elina e o grupo Cosan, que buscava uma integração do seu projeto de terminal portuário em São Luís com as reservas de minério de ferro da Ligga.
O empreendimento não evoluiu, principalmente em razão da entrada da Cosan no capital da Vale em 2022, adquirindo 4,9% das ações.
Dez anos depois, em 2021, a Rio Minas foi renomeada Ligga S.A., fruto de uma joint venture entre a Santa Elina e o grupo Cosan, que buscava uma integração do seu projeto de terminal portuário em São Luís com as reservas de minério de ferro da Ligga.
O empreendimento não evoluiu, principalmente em razão da entrada da Cosan no capital da Vale em 2022, adquirindo 4,9% das ações.
A mina da Ligga começou a operar em 2022, crescendo aos poucos, de 600 mil toneladas para 1 milhão e, depois, 2 milhões de toneladas.
Em 2026, os acionistas da Santa Elina e da Cosan decidiram desfazer a joint venture – que previa criar uma mineradora de ferro apta a produzir cerca de 10 milhões de toneladas anuais e tinha plano de triplicar o volume.
Considerando números de setembro de 2026, a família Brito é a maior acionista da mineradora de ouro Aura Minerals, que é listada na Nasdaq (Nova York) e na B3 (BDR). A Santa Elina, além do minério de ferro no Pará, tem produção de zinco e chumbo em Rondônia.
Dona de um gigantesco complexo de produção de minério de ferro em Carajás, no sul do Pará, a Vale vislumbrou valor futuron em uma operação de pequeno porte situada na mesma região, tocada pela mineradora Ligga S.A., que foi fundada e é controlada pelo grupo Santa Elina.
Considerando números de setembro de 2026, a família Brito é a maior acionista da mineradora de ouro Aura Minerals, que é listada na Nasdaq (Nova York) e na B3 (BDR). A Santa Elina, além do minério de ferro no Pará, tem produção de zinco e chumbo em Rondônia.
Dona de um gigantesco complexo de produção de minério de ferro em Carajás, no sul do Pará, a Vale vislumbrou valor futuron em uma operação de pequeno porte situada na mesma região, tocada pela mineradora Ligga S.A., que foi fundada e é controlada pelo grupo Santa Elina.
Em 18 de setembro de 2026, a Vale assinou um acordo considerado estratégico, pelo qual adquire uma participação minoritária de 30% da Ligga. Ao mesmo tempo, firmou contrato exclusivo (“offtake”) que garante a compra de toda da produção, atual e futura, da mineradora. O valor do negócio não foi revelado pelas companhias. Segundo a Bloomberg, porém, o valor teria sido de US$ 190 milhões.
A Ligga tem instalações de produção de minério de ferro na mina Ferro Sul, localizadas entre os municípios de Curionópolis e Parauapebas. As reservas, a mina e a área de produção da Ligga ficam a aproximadamente 10 quilômetros da Estrada de Ferro Carajás (EFC), operada pela Vale e que transporta minério produzido em Carajás para seu terminal portuário Ponta da Madeira, em São Luís (MA), de onde é embarcado em grandes navios rumo a mercados do exterior.
Conforme números de setembro de 2026, a Ligga produz 2 milhões de toneladas por ano do minério do tipo “sinter-feed” (conhecido como finos), que já é vendido à nova sócia. Conforme a nota da Vale, o plano, com o acordo, é ampliar o volume da mina para 8 milhões de toneladas em dois anos.
(Fonte: Estadão - 22.09.2026)
A Ligga tem instalações de produção de minério de ferro na mina Ferro Sul, localizadas entre os municípios de Curionópolis e Parauapebas. As reservas, a mina e a área de produção da Ligga ficam a aproximadamente 10 quilômetros da Estrada de Ferro Carajás (EFC), operada pela Vale e que transporta minério produzido em Carajás para seu terminal portuário Ponta da Madeira, em São Luís (MA), de onde é embarcado em grandes navios rumo a mercados do exterior.
Conforme números de setembro de 2026, a Ligga produz 2 milhões de toneladas por ano do minério do tipo “sinter-feed” (conhecido como finos), que já é vendido à nova sócia. Conforme a nota da Vale, o plano, com o acordo, é ampliar o volume da mina para 8 milhões de toneladas em dois anos.
(Fonte: Estadão - 22.09.2026)
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