O empresário mexicano Carlos Slim, quase no anonimato, entrou firme no mercado brasileiro. No curto período de 2000 ao início de 2003, ele investiu mais de 4 bilhões de dólares em telefonia móvel. Detinha 93% do Grupo Telecom Americas - formado pelas operadores ATL, Tess, Americel, Claro Digital (Telet) e BCP Nordeste, que detinham pouco mais de 6 milhões de assinantes.
Entre as oportunidades de novos negócios no Brasil estava a Embratel, que pertencia ao concordatário grupo americano MCI WorldCom, no qual Slim já havia investido 300 milhões de dólares. Pouco depois, Slim levou a cabo a compra da Embratel.
A marca Claro, que foi criada originalmente aqui no Brasil e logo exportada para todo o continente, está presente em vários países, entre eles Argentina, Uruguai, Peru, Chile, Paraguai e Colômbia. É uma marca global, que oferece um portfólio completo de serviços de comunicação e entretenimento.
Desde 2015, as marcas NET e Claro pertencem à mesma empresa no Brasil. São parte de um dos maiores grupos de telecomunicações do mundo, com atuação na Europa, nos Estados Unidos e em grande parte da América Latina.
A Claro possui uma rede móvel com abrangência nacional, presente em mais de 4.200 municípios brasileiros, com significativo crescimento no segmento, graças ao significativo investimento feito em cobertura e tecnologia.
A NET leva entretenimento, informação e comunicação para famílias e residências nas principais cidades e regiões metropolitanas, em combos que reúnem TV por assinatura, banda larga e telefonia, além de ter criado a maior plataforma de distribuição de conteúdo sob demanda do país, o Now.
Em 18 de março de 2019, depois de três meses de negociação, a mexicana América Móvil, do bilionário Carlos Slim, chegou a um acordo com a NII Holdings e a AI Brazil Holdings para uma oferta de R$ 3,47 bilhões pela Nextel Brasil. Após a conclusão da compra, a Claro Brasil, controlada pela América Móvil, se consolidará como vice-líder em telecomunicações, distanciando-se de TIM, mas ainda atrás da Telefônica Brasil, dona da marca Vivo.
A partir de meados de julho de 2019, a NET está na Claro. Os serviços residenciais da NET passam a ser oferecidos através da marca Claro, que fica maior e mais completa e que passa a reunir a ultravelocidade da fibra ótica, o 4.5G mais rápido no celular, o melhor conteúdo em todas as telas, e planos que permitem falar e navegar no exterior.
Nada mudou no plano contratado. Os canais de atendimento usados para entrar em contato com a empresa também continuaram os mesmos. Todas as pessoas que trabalhavam na NET também estão na Claro.
Em 22 de março de 2026, a Claro anunciou a compra junto à HIG Capital, de 73% da provedora de fibra óptica Deshtop com 1,2 milhão de clientes por R$ 4 bilhões. O negócio resolve um desafio estratégico: a Claro lidera em banda larga, mas boa parte da base ainda usa cabo coaxial — inferior à fibra.
Entre as oportunidades de novos negócios no Brasil estava a Embratel, que pertencia ao concordatário grupo americano MCI WorldCom, no qual Slim já havia investido 300 milhões de dólares. Pouco depois, Slim levou a cabo a compra da Embratel.
A marca Claro, que foi criada originalmente aqui no Brasil e logo exportada para todo o continente, está presente em vários países, entre eles Argentina, Uruguai, Peru, Chile, Paraguai e Colômbia. É uma marca global, que oferece um portfólio completo de serviços de comunicação e entretenimento.
Desde 2015, as marcas NET e Claro pertencem à mesma empresa no Brasil. São parte de um dos maiores grupos de telecomunicações do mundo, com atuação na Europa, nos Estados Unidos e em grande parte da América Latina.
A Claro possui uma rede móvel com abrangência nacional, presente em mais de 4.200 municípios brasileiros, com significativo crescimento no segmento, graças ao significativo investimento feito em cobertura e tecnologia.
A NET leva entretenimento, informação e comunicação para famílias e residências nas principais cidades e regiões metropolitanas, em combos que reúnem TV por assinatura, banda larga e telefonia, além de ter criado a maior plataforma de distribuição de conteúdo sob demanda do país, o Now.
Em 18 de março de 2019, depois de três meses de negociação, a mexicana América Móvil, do bilionário Carlos Slim, chegou a um acordo com a NII Holdings e a AI Brazil Holdings para uma oferta de R$ 3,47 bilhões pela Nextel Brasil. Após a conclusão da compra, a Claro Brasil, controlada pela América Móvil, se consolidará como vice-líder em telecomunicações, distanciando-se de TIM, mas ainda atrás da Telefônica Brasil, dona da marca Vivo.
A partir de meados de julho de 2019, a NET está na Claro. Os serviços residenciais da NET passam a ser oferecidos através da marca Claro, que fica maior e mais completa e que passa a reunir a ultravelocidade da fibra ótica, o 4.5G mais rápido no celular, o melhor conteúdo em todas as telas, e planos que permitem falar e navegar no exterior.
Nada mudou no plano contratado. Os canais de atendimento usados para entrar em contato com a empresa também continuaram os mesmos. Todas as pessoas que trabalhavam na NET também estão na Claro.
Em 22 de março de 2026, a Claro anunciou a compra junto à HIG Capital, de 73% da provedora de fibra óptica Deshtop com 1,2 milhão de clientes por R$ 4 bilhões. O negócio resolve um desafio estratégico: a Claro lidera em banda larga, mas boa parte da base ainda usa cabo coaxial — inferior à fibra.
Em abril de 2026, a Claro acertou a compra do Quota Corporate, um prédio de escritórios
triplo A bem do lado da sua sede, na mesma rua do Consulado dos Estados Unidos, em São Paulo. O valor bruto deve ficar próximo de R$ 100 milhões e o negócio está na fase de conclusão, apurou o Estadão. A Claro já ocupa duas torres das quais é dona na mesma rua. A multinacional prioriza ser a proprietária dos imóveis, seguindo filosofia de Slim, que também é investidor do mercado imobiliário no México. A negociação decorreu de uma inadimplência da incorporadora responsável pela construção, a Quota Engenharia. A empresa financiou a obra com a emissão de títulos, que foram comprados por um fundo do Pátria. Com a inadimplência, veio a obrigação de recompra dos créditos imobiliários e execução das garantias. Em paralelo, Pátria e Quota negociaram conjuntamente a venda do prédio, que encontrou a Claro como compradora, segundo fontes.
(Fonte: revista Exame - 07.05.2003 / Valor - 19.03.2019 / Comunicado da empresa - 13.07.2019 / InvestNews - 23.03.2026 / Estadão - 26.04.2026 - partes)
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