Total de visualizações de página

4 de out. de 2011

Sama (S.A. Mineração de Amianto)

Sama - Minaçu (GO)       
          A Sama - S.A. Mineração de Amianto foi fundada em 10 de agosto de 1939. Está localizada no município de Minaçu, estado de Goiás.
          Em 1962, é descoberta a mina de Cana Brava em Minaçu. Em 1967, é dado o início da operação em Cana Brava com a extração o amianto crisotila. O Grupo Eternit S.A. adquire participação na empresa de 49,5%.
          Em 1978 foi implantado o sistema de filtragem de ar e em 1988 foi editado o Manual do Uso Controlado do Amianto. Em 1996, a Sama foi a primeira mineração de amianto crisotila no mundo a obter a certificação NBR ISO 9001.
          Em 1997, o Grupo Eternit S.A. torna-se detentor integral da Sama S.A. Minerações Amianto.
          Em 2001, a empresa recebe Recertificação da ISO 14001. Mapeamento de riscos e implantação de medidas mitigadoras (em 1998 a empresa foi a pioneira mundial na sua categoria na certificação da NBR ISO 14001).
          Em 2007, a companhia muda de razão social: passa a ser Sama S.A. Mineradoras Associadas e não mais Sama S.A. Minerações Amianto.
          Em 31 de maio de 2019, a Eternit anunciou que os ativos imobilizados da Sama em Minaçu, serão mantidos em condição de "hibernação". Ela também divulgou que demitiu todos os 400 funcionários da controlada. Em fato relevante, a empresa informou que as medidas foram tomadas em função da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de novembro de 2017, que proibiu a extração e o uso de amianto crisotila em todo o país.
(Fonte: site da empresa / Wikipédia / G1.Globo - 31.05.2019)


Sama - Bom Jardim da Serra (BA)
          São Félix do Amianto foi a primeira mina de amianto brasileira e permitiu que o país deixasse de ser totalmente dependente da importação deste minério. Instalada, em 1937, em Bom Jesus da Serra, distrito do município de Poções, no sudoeste da Bahia, a mina foi explorada pela Sociedade Anônima Mineração de Amianto (Sama), a partir de 1939.
          Apesar do desenvolvimento que levou à região, quando encerrou suas atividades, em 1967, após o esgotamento das reservas, a Sama deixou um passivo socioambiental de grandes proporções. Como a extração de amianto aproveita apenas 5% a 10% da rocha, restou no local grande quantidade de rejeitos, que contaminaram o meio ambiente, as águas, os animais e a população local.
          A extração mineral no local deixou também uma grande cava, com 4 quilômetros de extensão e 200 metros de altura, que, ao longo do tempo, foi preenchida com águas contaminadas do lençol freático e das chuvas, formando um lago que permanece cheio o ano inteiro e é usado pela população como área de lazer.
          Até o final dos anos 1990, a Sama tinha como acionista o grupo francês Saint Gobain, proprietário da marca Brasilit, empresa que, após o banimento de todos os tipos de amianto na França, em 1997, anunciou que iria substituir o mineral cancerígeno também no Brasil e deixou a participação acionária. Em 1998, a Sama passou a ser controlada pelo Grupo Eternit, o maior do setor no país.
(Fonte: ExibeVerbete - 19.12.2012)
          

Nenhum comentário: