30 de out de 2011

Banco Itaú Unibanco

     Em 3 de novembro de 2008, foi anunciada a fusão das operações financeiras entre o banco Itaú (vide origem da marca Itaú neste blog) e o Unibanco, o que levou a empresa à posição de maior instituição bancária do Brasil e o maior conglomerado financeiro do hemisfério sul. A fusão da Itaú Holding Financeira S.A. (controlada pela Itaúsa) com a Unibanco Holdings S.A resultou na Itaú Unibanco Holding S.A. e tomou o lugar de 17ª maior empresa em capitalização de mercado do mundo, com um total de ativos combinado de mais de 575 bilhões de reais, 4,8 mil agências e 14,5 milhões de correntistas. O Unibanco (União de Bancos Brasileiros S.A.) foi absorvido pelo Banco Itaú S.A.  
     Em 9 de maio de 2013, o Itaú fechou a compra da Credicard, a mais antiga e conhecida emissora de cartões do país, por quase R$ 3 bilhões. Em 29 de janeiro de 2014 foi anunciada a fusão das operações do banco Itaú Chile com o banco CorpBanca, também chileno, dando origem ao Itaú CorpBanca. Após a conclusão da fusão, o Itaú passará da 7ª para a 4ª colocação entre os maiores banco chilenos.
     No silêncio da manhã de um sábado, dia 8 e outubro de 2016, o Itaú Unibanco anunciou a compra da unidade de varejo no Brasil do Citibank (vide origem da marca Citibank neste blog), por 710 milhões de reais. As 71 agências, 315 mil clientes correntistas, R$ 35 bilhões entre depósitos e ativos sob gestão (valores brutos na data-base de 31 de dezembro de 2015), 1,1 milhão de cartões de crédito e R$ 6 bilhões de carteira de crédito passaram para o banco brasileiro. A aquisição foi aprovada pelo Cade em agosto de 2017. O Banco central, por sua vez, aprovou a compra em 26 de outubro de 2017.
      Na noite da quinta-feira, 11 de maio de 2017, depois de dois meses de conversas discretas, o Itaú Unibanco fechou a compra de 49,9% do capital total da XP Investimentos por R$ 6,3 bilhões. Com a transação, o maior banco privado do país reserva seu espaço no processo de desbancarização em curso. No fim de 2016, a XP tinha 276 mil clientes e cerca de R$ 65 bilhões em ativos sob custódia.    
(Fonte: revista Exame - 06.01.1993 e 06.02.2002 / G1 08.10.2016 / jornal Valor - 11.05.2017 - partes)

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